A prova de que o tempo passa demasiado depressa são as expressões gastas e exclamadas quando reencontramos as (já tão) nossas famílias.
Quando as barrigas de outrora correm agora livres, brincam e desbravam o mundo por si só.
Conhecemos a Madalena aos dez dias de vida. Tão pequenina arrebatava os olhares mais sisudos. Se a ternura crescesse a par dela era certo e sabido que chegaríamos aos dias de hoje com a impossibilidade de lhe resistir.
O tempo passou depressa, demasiado depressa para o que o queríamos aproveitar e se assim continua dou-lhe a certeza de não me ganhar a simpatia.




















