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Ana Lúcia da Cruz


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Ana Lúcia da Cruz


ANA LÚCIA DA CRUZ

 

Tenho dois nomes próprios. Próprios para a zanga de qualquer mãe na prática do disparate.
Sou Ana Lúcia, muito pouco Ana, repetidamente Lúcia.

Sou um grão de terra irrequieto, agitado, vivo.
Uma conjugação de todas as histórias que li, que contei e que ouvi. Um pedaço de cada pessoa, de todas as aventuras, um pouco de cada dia, das sombras das árvores e da cor do céu.
Mora em mim muito dos lugares que conheci, misturados com o sal do mar e alguma areia nos pés.

Gosto de histórias, de livros.
De fechar os olhos ao vento e sentir na pele o ar que vem não se sabe de onde e que já varreu tantos lugares, tantas outras histórias.
Gosto de contar histórias, de enraizar-las no grão de terra que sou, de as sentir, de as sonhar.

Sou arquitecta. Sou fotógrafa. Sou contadora de histórias.
Sou feita de histórias.
A minha e todas as outras.
E quero saber a vossa!

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Sérgio Garcês Marques


Sérgio Garcês Marques


SÉRGIO GARCÊS MARQUES

 

Nasci entre o mar e o campo nos loucos anos 80.
Cresci com os amigos do gaspar, encostado ao meu pai vi a guerra das estrelas, com a minha mãe aprendi a sonhar.

Sou viciado em ter ideias e gosto de estar entre o meu bloco, onde penso com a caneta, e as mãos sujas de matéria com as quais gosto de construir para além dos sonhos a verdade.

Sou feliz com o silêncio e com os amigos numa conversa ao sol, com um prancha nos pés ou com a minha vespa ando sempre à procura da próxima aventura.

Sempre quis ser Arquitecto para poder construir o que penso mas na fotografia descobri uma forma de guardar o mundo como eu sonho.

Espero que confiem em mim para poder contar a vossa história e agarrá-la à terra com tudo o sou.