ERA UMA VEZ AS REDES SOCIAIS!

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ERA UMA VEZ AS REDES SOCIAIS!

Crescemos com a internet.
É fácil falar com pessoas, saber o que se passa do outro lado do mundo, fazer compras e até ler um livro.
Mas há muito que a passagem pela internet é ditada pelas redes sociais…. tantas!
Há sempre o bichinho que nos leva a entrar no facebook ou no instagram para saber o que os outros andam a fazer… e, no fundo, tudo se resume a isto...

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ERA UMA VEZ UMA BARRIGA! CÁTIA & FRANCISCO

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ERA UMA VEZ UMA BARRIGA! CÁTIA & FRANCISCO

Só estás grávida durante 9 meses!
Embora pareça uma eternidade, diz quem sabe que, acontece demasiado depressa para o que se queria aproveitar, para tudo o que havia para fazer, para tantas ideias e planos…
Enquanto algumas barrigas se tornam confortáveis adereços, fáceis de usar e que parecem combinar com tudo, outras tantas tornam-se demasiado grandes...

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ERA UMA VEZ UM CASAMENTO! CARLA & RICARDO

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ERA UMA VEZ UM CASAMENTO! CARLA & RICARDO

ERA UMA VEZ UM CASAMENTO! CARLA & RICARDO


Meses e meses e dias, muitos dias de preparação, de planeamento e até de algum caos, culminam num dia!
Num único dia.
O último de tantas histórias e aventura para contar. O primeiro de um novo capítulo melhor, mais feliz, mais incrível!

Acordamos sempre antes do tempo, despertados pela responsabilidade que é viver e documentar um momento tão importante.
Vamos à janela e garantimos que o São Pedro foi generoso e nos trouxe sol e calor em pleno Agosto.
Assumimos também uma espécie de compromisso, um segundo casamento, convosco!
Queremos que tudo seja perfeito, especial, único! Queremos ser melhores a cada disparo!
Os fieis depositários da única coisa que permanece nítida, quando tudo se desvanece na memória: a vossa história em imagens, as vossas fotografias!

Desde a sessão que fizemos antes do casamento, soubemos que este dia nos ía deixar exaustos, mas completos.
Soubemos que ía ser diferente porque, por mais ideias que tomem como certas, ou imagens que se guardam em quadros do Pinterest, cada casamento é um casamento, porque cada um de vocês é único, vive e sente as emoções à sua maneira e nos arrepiam ou inspiram de uma forma muito particular.
Não há, de todo, dois casamentos iguais!

E este dia foi diferente desde o primeiro minuto!
Foi um dia desenhado para esta história! Um dia cheio de pequenos detalhes e muitas emoções que obrigam a um post longo e carregadinho de imagens, sempre com a sensação de que muito ficou ainda por mostrar.
Fica sempre tanto para mostrar neste resumo muito condensado que cabe num post, porque este espaço virtual será sempre pequeno e incapaz de transmitir cheiros, sabores… o arrepio na espinha, as borboletas na barriga.

Para nós ficará para sempre guardado assim!
Sabemos exactamente o que fizemos neste dia e a que horas e não o trocaríamos por nada neste mundo.

Preparem-se para uma espiral de emoções enquanto revivemos um dia memorável.
O dia em que a Carla e o Ricardo decidiram que estava na hora de virar a página e começar um novo capítulo!

Este dia:

23 de Março de 2017

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ERA UMA VEZ UMA FAMÍLIA! VANESSA & RUI

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ERA UMA VEZ UMA FAMÍLIA! VANESSA & RUI

ERA UMA VEZ UMA FAMÍLIA! VANESSA & RUI

 

A vida passa.
Mudamos de casa, de trabalho. Cortamos o cabelo mais curto e depois ainda mais curto.
Renovamos o guarda-roupa, mudamos de casa outra vez. As fotografias são intemporais!

Não há uma data de validade nos bons momentos, nos laços e nos afectos quando os registamos. Podemos guardá-los para sempre. Nítidos e a cores mesmo quando ameaçados pela neblina do esquecimento.

Há poucos dias estive com a minha avó.
Os anos passaram por ela. Despediu-se de tantas pessoas de quem gostava, de todos os lugares onde viveu.
Na carteira, ainda que gastas e mais ou menos amarelecidas, traz a família inteira em fotografias.
Cada uma uma história para contar e sempre a mesma guerra na aposta de que tal foto é a minha avó e não a irmã… e até se outra foto sou eu (ainda mais) pequena ou a minha mãe.

Estas imagens, estas histórias e estes momentos em que recordamos outros momentos passados ou pessoas que ainda existem em nós embora há muito tenham partido, só são possíveis porque ficaram para sempre num pedaço de papel, envelhecido e deslavado, mas a permitir recordações tão nítidas e ainda tão vivas. Abrir a carteira da minha avó é entrar numa verdadeira máquina do tempo!

Será que daqui a muitos anos a Madalena, que conhecemos com dias de vida, que já voltámos a fotografar mais um par de vezes e que hoje aguarda a chegada do irmão mais novo, esquecerá estes momentos em que foi e fomos tão felizes?
Claro que não! Porque as fotografias ficarão para sempre com ela e connosco.
Porque este é o melhor legado que lhe podemos deixar e, talvez, o melhor que possamos levar connosco para onde quer que seja a partida: as memórias!

Por mais tempo que passe e a memória perca o norte dos detalhes com que contámos os dias, teremos sempre as fotografias para contar a história das famílias, do amor, dos laços, de uma tarde de sol ou do céu mais azul de que nos conseguimos lembrar.
… E também a história de uma família feliz, à beira de uma lagoa, para onde as duas cadelas se decidiram atirar a quatro-patas-juntas, para tentar a sua sorte com os patos que por lá cirandavam!

Para sempre, connosco e agora convosco, as memórias de uma tarde incrível na Lagoa Azul:

15 de Março de 2017

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ERA UM VEZ UMA HISTÓRIAS! CARLA & RICARDO

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ERA UM VEZ UMA HISTÓRIAS! CARLA & RICARDO

ERA UM VEZ UMA HISTÓRIAS! CARLA & RICARDO


Às vezes passamo-nos para o outro lado, quem sabe se o certo?

A verdade é que são muitos os lugares onde apontam ser o sítio certo para a melhor vista de Lisboa.
Mas para nós, a melhor vista de Lisboa está do outro lado. O único que permite contemplar a cidade de ponta a ponta, perceber-lhe as colinas e identificar os edifícios que sobem mais alto, sobrepondo-se ao casario desordenado que se espraia até ao rio.

E foi no outro lado, o certo talvez, na outra margem, que contámos o primeiro capítulo desta história.
Um lugar especial que, para além da vista que deslumbra, foi palco e cenário do pedido de casamento que trouxe até nós esta história.

O lugar escolhido por eles, o momento registado por nós!
E quão especial é registar estes momentos as dois, roubar-vos aos planos, às decisões, ao turbilhão de emoções que vivem no período pré-casamento e testemunhar o reacender da chama, o motivo que vos levou a tantos planos e decisões difíceis e que, também, vos trouxe até nós!

Este é um momento só vosso!
E um dos momentos que mais gostamos de fotografar!!!
Quando se esquecem de nós, das máquinas e do mundo e são só vocês, o vosso mundo, de mãos dadas com a vossa história.

Uma história imperdível, que apetece recordar até à exaustão.
Deixem-se levar até ao outro lado, passem-se para lá das cidades e do rio, e apaixonem-se, connosco, por esta história, assim:

13 de Março de 2017

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ERA UMA VEZ UM BATIZADO! FRANCISCA

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ERA UMA VEZ UM BATIZADO! FRANCISCA

ERA UMA VEZ UM BATIZADO! FRANCISCA


Todos os batizados trazem novos desafios.
Quando fotografamos crianças tudo se reveste de descoberta e imprevisibilidade, mas também de magia.

Conhecemos esta família de quatro no dia do batizado da pequena Francisca e, mesmo só conhecendo, na altura, este capítulo, esta foi uma história cujo livro não queríamos parar de ler.
Sabemos o esforço e a dedicação para que tudo corresse bem, ainda que tudo fosse planeado do outro lado do mundo.
E tudo correu bem!
Mas outros capítulos estavam para vir… capítulos que ficam para outra altura! Hoje é dia de batizado aqui no blog!

Encontrámos a Sé de braços abertos aos magotes de turistas, mas conseguimos, entre eles, encontrar o nosso lugar para fotografar o momento, de corpo e alma, sem pressas, sem dar importância a tantos olhares curiosos que tentavam ver mais além.
E que melhor lugar escolher do que este símbolo, esta referência tão forte da nossa bonita cidade?
Ainda mal Agosto tinha começado e tudo levava a crer que talvez se tornasse um lugar difícil pela afluência de turistas na cidade nesta altura do ano, mas a verdade é que tudo se encaminhou para um momento único e o corrupio, o burburinho, o entra-e-sai até acabou por dar mais energia e agitação à nossa história, o tal quê de imprevisibilidade que desta vez não nos foi proporcionado pelas traquinices do batizando.

A Francisca portou-se tão bem, indiferente à agitação típica do dia. Cirandou de colo em colo, recebeu cada carinho, reconfortou-se no colo da mãe ou do pai e esteve sempre serena.
E depois o Páteo Alfacinha, para onde seguimos logo após e que acabou por nos dar a ideia de estarmos fora do centro da cidade. O pátio interior, que nos rouba à dimensão e à confusão da grande cidade, acabou por ser o lugar ideal para acolher esta comemoração e abraçar esta história.
Dá para resistir aos detalhes deste espaço?

Foi um dia especial e quente de verão.
Foi o dia em que conhecemos uma família e uma história a que ficámos rendidos.
Foi um dia que deixou saudades e que hoje recordamos, assim:

8 de Março de 2017

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ERA UMA VEZ UM VESTIDO! SARA & HUGO

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ERA UMA VEZ UM VESTIDO! SARA & HUGO

ERA UMA VEZ UM VESTIDO! SARA & HUGO


Num cenário espectacular e uma luz sem igual, misturamos uma sessão incrível mas também a resposta a algumas (muitas) dúvidas que vos levam a deixar de parte a possibilidade de vestirem o vosso vestido de noiva outra vez.
Os vestidos de noiva são peças delicadas e únicas, guardam histórias e emoções e merecem muito mais do que a escuridão do esquecimento e o cantinho do armário!


A Sessão Trash the Dress
Caímos muitas vezes num sentido errado que as palavras nos indicam. A verdade é que estas sessões não têm como fundamento estragar, rasgar, sujar ou inutilizar o vosso vestido! Por isso talvez o nome “Adeus vestido” se enquadre melhor no nosso conceito de Trash the Dress, no sentido em que nos despedimos do vosso vestido que poderão não voltar a usar, prestando-lhe uma homenagem bonita com um conjunto de imagens que ficam para sempre.
Depois da sessão, o vestido voltará intacto para os confins do armário ou do baú onde o designaram ficar.
Se o vestido se suja durante esta sessão? Sim, depende um pouco do lugar e do que ousarem fazer! Mas nada que uma passagem breve pela lavandaria não resolva.
E depois são livres de planear o que querem ou não fazer durante a vossa sessão. Não é nosso objectivo obrigar-vos a caminhar na lama, a entrar no mar, a atirarem-se para uma lagoa. Queremos que vivam estes momentos a dois, de uma forma intimista e descontraída e queremos que possam ter imagens de cortar a respiração, no papel de noivos.
… e que no fim seja tão mas tão difícil escolher só uma imagem!


O Porquê de fazer uma sessão Trash the Dress
Os motivos que levam a fazer esta sessão são tantos, que os dedos de um par de mãos não chegariam para enumerar.
Não há duas pessoas iguais, é certo e sabido! Da mesma forma que cada casamento é um casamento, cada história uma história. E os motivos de cada um são os seus.
Não há melhores ou piores motivos, há só motivos, vontades, ideias e alguma magia em fazer acontecer.

Algumas vezes o objectivo da sessão é voltar a vestir o vestido e o fato, exactamente como vestiram no vosso dia. Reviver as emoções, voltar a sentir na pele o toque do papel que desempenharam por apenas um dia.
E quantas vezes o dia do casamento passa tão rápido que nem tiverem tempo de se sentirem assim?

Outras vezes juntamos à vestimenta original um ou outro acessório ou trocamos algumas coisas para que se torne mais confortável e descontraída. Podemos substituir os sapatos por ténis, a gravata enlaçar-se num nó mais folgado, enfim.

Neste caso a Sara e o Hugo acharam que não tinham fotos especiais, a dois, que documentassem o momento, o sentimento e que os fizessem sentir especiais, que estivessem à altura da sua história… ou até tinham mas queriam tornar tudo ainda mais especial.
Daí surgiu a ideia de fazermos esta sessão. Não quiseram fazer nada que inutilizasse o que vestiam, mas no fim concluíram a sessão com uma inesperada entrada na água do mar!
Claro que o conselho no final da sessão foi que o vestido seguisse, o mais rapidamente possível, para a lavandaria, mas temos a certeza que hoje está limpo, intacto e perfeito. Cheio de memórias e histórias para contar.
E que as nossas imagens não estão confinadas a um armário ou baú e relembram, todos os dias, o quão especial é a história e foi este momento!


Quando fazer a sessão Trash the Dress
Podíamos dizer que se ainda não fizeram… FAÇAM JÁ!
Mas não. Cada coisa tem o seu tempo e esta sessão pode acontecer em qualquer altura em que sintam ser o momento certo.
Poderá ser logo após o casamento, passado um mês, dois… ou como no caso da Sara e do Hugo, que deixaram o amor dar frutos e depois ousaram voltar a sentir toda a emoção do dia em que decidiram tornar-se uma só família!
Lembram-se deles nesta versão barriga e do delicioso fruto que tivemos a oportunidade de fotografar?
Pois bem, foi após estes dois momentos incríveis de magia, de vida e de luz que acharam ser a altura certa para resgatar do armário e dos braços do esquecimento um momento tão especial quanto foi o dia do casamento!

Por isso, hoje, amanhã ou daqui a um mês, a sessão pode ser feita em qualquer momento!
Mas se quiserem a nossa opinião… para quê adiar?


Onde fazer a sessão Trash the Dress
Onde quiserem, claro!
Já sabem que nos deslumbramos pelos lugares, pelas histórias, pelas pessoas.
E muitas vezes há lugares que estão tão ligados às histórias que seria impossível escolhermos outros para a vossa sessão.
Há ainda o lugar incrível que vocês conhecem e que decidem mostrar-nos para que o possamos descobrir juntos… e depois os lugares que descobrimos por acaso e que achamos serem exactamente o que procurávamos sem estarmos propriamente à procura!
Deixem fluir a vossa imaginação e proponham, sejam ousados, arrisquem… e vamos juntos descobrir o único lugar onde pertence este capítulo da vossa história que queremos tanto contar.


Se depois disto ainda vos restar alguma dúvida de que este é o momento de voltarem a vestir o vosso vestido, falem connosco, temos a certeza que não se vão arrepender!
Queremos tanto viver estes momentos convosco, proporcionar-vos momentos a sós, cheios de amor e magia e entregar-vos memórias que valem mais que qualquer outra coisa.
Sabemos que um vestido e um fato reflectem um investimento grande, mas ganham mais valor numa fotografia do que fechados num armário!

Respondam-me com toda a sinceridade: onde está o vosso vestido de noiva agora?
Em que lugar o depositaram para que não mais visse a luz do dia?
Se o vosso vestido é a vossa cara, se o dia do vosso casamento vos deixa saudades, se querem embarcar num turbilhão de sentimentos e emoções quase como se fosse outra vez o dia do vosso casamento, então é altura desse vestido ver a luz do dia outra vez, certo?

Ficam as imagens da Sara e do Hugo, no dia em que o vestido da Sara teve a sorte de sair da penumbra do armário, foi arrancado às imagens baças e difusas que guardavam dele e deslumbrou num lugar incrível.

(suspiro)

1 de Março de 2017

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ERA UMA VEZ UMA BEBÉ! MATILDE

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ERA UMA VEZ UMA BEBÉ! MATILDE

ERA UMA VEZ UMA BEBÉ! MATILDE


Tornaram-se cada vez mais pontuais as vezes em que fotografamos os “nossos” bebés em estúdio.
Se o resultado final é incrível o caminho para lá chegar é, muitas vezes, moroso e desgastante. Não só para nós que queremos sempre dar o nosso melhor, mas também para os recém-pais que vêem o seu amor maior exposto a pessoas que não conhece e a um ambiente que lhe é estranho.
Nem sempre os bebés acordam dispostos a colaborar, nem sempre dormem o tempo todo, nem sempre o resultado final destas sessões mostra o seu lado mais real e cru.
Um bebé que estranha o ambiente, que só quer o colo da mãe, que tem cólicas ou que simplesmente não está tão bem disposto no dia da sessão vai chorar! E se o choro de um bebé tem o seu quê de encanto e chamamento é também, nestas situações, um factor de desespero para os pais que poderá causar-lhes alguma ansiedade.

Os cheiros, os sons, o ambiente, a luz, o toque… tudo conta quando o motivo da nossa atenção é um ser acabado de chegar ao mundo, pequeno e indefeso.
Então, aos poucos, as sessões em estúdio vão também dando lugar a sessões no lugar a que os bebés chamaram de casa logo desde os primeiros dias de vida.
E se por um lado queremos que tenham o melhor, imagens incríveis, comprometendo muitas vezes o nosso próprio bem estar, já comprometer o conforto e bem estar do vosso bebé não é algo de que sejamos fortes adeptos!
Por isso, se tudo correr bem em estúdio, tudo corre maravilhosamente bem, se o estúdio não for o lugar onde o vosso bebé se sinta confortável ou até mesmo vocês, pais, se sintam fora da vossa zona de conforto, tudo bem!

Gostamos sempre de conversar, esclarecer, conhecer as expectativas e trabalhar muito para as encontrarmos ou excedermos. E embora possam achar que a vossa casa não é o lugar ideal para fotografar, confiem em nós, há sempre um quarto, uma janela, um recanto que vos passou despercebido e de onde não somos capazes de desviar o olhar. Confiem!

A sessão da Matilde, em estúdio, pautou-se por momentos de inquietação e choro que nos embalou durante uma boa parte do tempo, mas que acabou por dar lugar a um sono mais ou menos profundo que nos permitiu ir um pouco mais além.
Pequenina, doce e tão mas tão sensível ao toque e aos ruídos, hoje tememos não reconhecer na menina crescida esta bebé de outrora.
Pouco tempo depois de fotografarmos a barriga que foi a sua primeira casa, conhecêmo-la em carne e osso… e ternura, muita ternura!

Foi assim:

27 de Fevereiro de 2017

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ERA UMA VEZ UMA BARRIGA! RITA & FILIPE

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ERA UMA VEZ UMA BARRIGA! RITA & FILIPE

ERA UMA VEZ UMA BARRIGA! RITA & FILIPE


Quando os dias cinzentos nos fazem querer pouco mais do que o calor e o conforto da brancura dos lençóis, suspiramos por dias de sol, por histórias que ainda não contámos e pelas que já contámos, que deixam saudades e às quais temos promessas sinceras de acrescentar novos capítulos.

Todos os dias são bons para fotografar, faça chuva ou faça sol e são tão ou mais bonitas as fotografias tiradas nesta luz suave de inverno, mas depois de um dia de chuva não há quem não anseie por uma mudança drástica de estação.

Neste dia de verão despedimo-nos de uma barriga a pouquíssimos dias de revelar o seu incrível conteúdo. E neste dia jamais nos lembraríamos dos dias frios e cinzentos que hoje fazem toda a paisagem da nossa janela.

As sessões de gravidez são momentos que transbordam de amor e acreditamos que são tão únicos e especiais na vida de um casal que sabemos serem muitas as vezes que os olhos se voltam a perder nas imagens e que picam o bilhete para mais um regresso até ao dia da vossa sessão.
As barrigas deixam saudades e isso é um facto!

E nós gostamos tanto de fotografar barrigas! De contar histórias de amor!
É tão isto que nos preenche e nos inspira e é tão isto o que somos e o que fazemos!

A vossa barriga é o princípio da história de uma nova vida e merece mais do que memórias difusas e desfocadas.
Este momento merece registo e documento e, sobretudo, ser vivido com toda a intensidade. Não dura para sempre mas vão querer recordá-lo para sempre.

Queremos contar a vossa história!
Tragam-nos a vossa barriga e o vosso amor.
Nós fazemos o resto!

Assim:

15 de Fevereiro de 2017

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ERA UMA VEZ UM VESTIDO! SARA & ORLANDO

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ERA UMA VEZ UM VESTIDO! SARA & ORLANDO

ERA UMA VEZ UM VESTIDO! SARA & ORLANDO


O que fazer com o vosso vestido depois do grande dia?

Limpá-lo e arrumá-lo juntamente com as memórias, a acumular o pó do tempo e votado ao esquecimento para que nunca mais volte a servir?
Ou voltar a vesti-lo? Sentir de novo as emoções que sentiram ao vesti-lo pela primeira vez, na certeza de que era aquele que voltariam a vestir, recordar sons e cheiros de um dia intenso e emotivo e sacudir o pó às boas memórias?

Sim! Sim, por favor!
Abram as portas do armário de par em par e resgatem os vossos vestidos aos braços do esquecimento.
Vamos procurar um lugar incrível onde possam voltar a ser só vocês, a vossa história, o que vos une, as memórias do dia especial, os sentimentos e a saudade que momentos tão felizes deixam agarrados à pele.

Queremos matar saudades dos vestidos que já conhecemos tão bem, mas ficamos na expectativa entusiasmada de conhecer novos vestidos, de outras histórias que só agora começamos a contar.

E se nos levarem para lugares esquecidos, perdidos num mapa sem direcções, em ruínas…? Nós vamos!
Porque o dia em que resgatam o vosso vestido ao cabide que não o merece ou do fundo do baú pode ser incrivelmente incrível!

Como este dia que só os melhores do mundo nos poderiam proporcionar: um vestido que deixou saudades, um lugar há muito sem vida, uma luz do outro mundo e estavam reunidas todas as condições para momentos que não se repetem!

Que dizem, vamos por aí explorar lugares de cortar a respiração?
E trazem o vestido?

7 de Fevereiro de 2017

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ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! LAURA & EMANUEL

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ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! LAURA & EMANUEL

ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! LAURA & EMANUEL


Os lugares onde fotografamos são, tantas vezes, lugares que nunca pisámos e esta surpresa do desconhecido sabe bem, obriga-nos a explorar e a ser criativos sem qualquer referência.
Neste lugar combinámos ruínas, o mar, a vista incrível para as Berlengas, a luz de final de dia que agracia as histórias e torna tudo ainda mais mágico e especial.
Tudo alinhado para uma sessão incrível!
E mesmo o vento, a desalinhar cabelos, encheu a sessão de movimento no vestido que voava livre, obrigando a abraços mais apertados e demorados que soprassem para longe o frio.
Depois desta sessão ficámos na expectativa do grande dia.
Queremos sempre mais porque uma boa história nunca se esgota num só capítulo!

Hoje há uma bebé a desviar as atenções de tudo o resto.
Que importam ruínas, o mar e o vento, os lugares incríveis ou até mesmo todos os lugares do mundo quando há uma bonita história de amor para contar?
E é tão especial acompanhar estas famílias desde o primeiro momento!

Recordem connosco este final de tarde especial e uma história que nos prendeu desde o primeiro minuto, mas atenção! O piso é irregular, não tropecem nas emoções!

Vamos a isto:

3 de Fevereiro de 2017

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ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! SÍLVIA & PEDRO

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ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! SÍLVIA & PEDRO

ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! SÍLVIA & PEDRO

 

O passa palavra continua a ser uma das melhores e mais eficientes formas de promoção e marketing de qualquer trabalho.
É sempre mais fácil confiar na palavra amiga de amigos ou de pessoas que experienciaram o desconhecido que estamos prestes a experimentar.

Assim nos chegou esta história!
Lembro-me do dia cheio de chuva em que nos entrou pelo atelier, aquecido à força de muitos watts, para não mais sair e transformou aquele dia cinzento e frio numa promessa garantida de um dia melhor. E foi.

Quisemos conhecê-los primeiro assim, num registo mais casual e descontraído e numa situação mais intimista onde nos ficámos a conhecer melhor e onde as barreiras quase físicas da vergonha inicial e do desconforto do primeiro encontro foram quebradas, para que já nada nos tornasse estranhos no dia que escolheram como só deles.

E foi especial conhecer Lisboa que já conhecíamos pelas vossas mãos dadas, descobrir recantos e esquinas da história que escrevem juntos.
Uma história a inspirar-nos e a luz bonita do entardecer a encher-nos de fé num novo dia e a aquecer-nos sem gastar um watt.

Se poderíamos saltar esta primeira sessão e rumar numa linha recta, sem becos nem calçada desajeitada a trocar-nos os passos, ao grande dia?
Sim, podíamos.
Mas teríamos perdido esta tarde incrível, estes últimos momentos a dois de que há registo antes do dia do casamento e estas imagens que não nos cansamos de ver.

Quais imagens? Estas:

19 de Janeiro de 2017

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ERA UMA VEZ UMA FESTA! MARIANA

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ERA UMA VEZ UMA FESTA! MARIANA

ERA UMA VEZ UMA FESTA! MARIANA

 

Somam-se-me os dias ao descompasso de um relógio demasiado veloz.
Ontem era verão, hoje o frio acorda-nos para Janeiro em pleno, um ano novo que já parece tão longo e histórias, tantas histórias.

A memória traz-nos uma tarde de vendaval e o perigo eminente de uma sessão cancelada, mas ainda mais nítida a coragem de desbravar vento e chuva e de guardar para sempre uma barriga cheia de vida, quentinha e aconchegada, onde o desalinho dos nossos cabelos agitados pelo vento frio não se fez sentir.
De repente era já natal e a melhor de todas as prendas. Um bebé ínfimo em tamanho de gente, grande no amor que plantou em seu redor.
Mas os ponteiros atiraram-nos, sem pena, para a celebração do primeiro ano de vida.

Passou um ano. Já passou um ano.
Passou por ela, por nós. Na pele sentimos todas as brisas que chegam e partem de tantos lugares e com elas nos levam as horas, os dias, os meses… a um ritmo que não é o nosso.
Vivemos nesta nossa realidade paralela de achar que ainda ontem nasceu e hoje já faz um ano, que de repente é um tapete que nos escapa debaixo dos pés e nos deixa cair no abismo de perceber que sobre o ontem muitos dias se somaram.

A Mariana fez um ano. Fez. Mesmo!
Passou mais de um ano entre este dia:

… e este dia:

E eu pergunto-me, incrédula, para onde foi?
Para onde foram estes 365 dias e que maratona correram em segredo para que ninguém os visse partir, passar ou cortar a meta deste novo ano?
E para onde está a ir Janeiro? Para onde foi esta metade de Janeiro quando ainda o quero inteiro e completo como logo a seguir ao estouro das rolhas do champanhe a borbulhar?

Parabéns querida Mariana!
E obrigada pais, por nos deixarem viver tão intensamente a passagem do tempo, por nos deixarem enrugar quase sem darmos conta, por deixarem ser tão nossa a vossa história!

Ai tempo tempo.

17 de Janeiro de 2017

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ERA UMA VEZ UM CASAMENTO! PATRÍCIA & FILIPE

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ERA UMA VEZ UM CASAMENTO! PATRÍCIA & FILIPE

ERA UMA VEZ UM CASAMENTO! PATRÍCIA & FILIPE

 

A verdade é que mudámos de ano na expectativa de um número um cheio de novidade e lá chegámos e tudo na mesma.
Às vezes não muda tudo pela vontade de mudar ou pelo sabor avesso das doze passas mal engolidas pela obrigação, vogando ao esquecimento os desejos que ficaram por pedir.

É preciso respirar fundo (mais fundo) e esperar.
Tudo o que fazemos em reflexo do melhor de nós talvez regresse em simples retorno, em dobro ou até nunca venha, mas a fé no íman das coisas boas sobre as coisas boas prevalece sempre e, na opção de ser bom ou mau, que sejamos sempre melhores.

O nosso íman de coisas boas trouxe-nos um sete de Janeiro a saber a coisas melhores: um casamento surpresa!
Surpresa? Sim. Para todos.
Os convidados não sabiam que estavam ali para testemunhar um redondo “sim, aceito”. Os noivos não sabiam que nós estaríamos por lá para que, à semelhança dos desejos da passagem de ano, estes momentos não ficassem para sempre misturados com as imagens difusas e empoeiradas das coisas já vividas há demasiado tempo.

E sabem o que trazem as surpresas? Uma espécie de tempero extra aos sentimentos, fazendo-os apurar quase à impossibilidade de se resistir a uma ou outra lágrima insistente em desbravar caminho bochecha abaixo.

Quis a vida que houvesse um palco à séria e que ao abrir das cortinas o noivo aguardasse pacientemente enquanto um e outro “oh” para lá de exclamado ganhasse forma no espanto de todos.
Poderíamos imaginar que seria assim, mas jamais sonhámos extrapolar tanto as expectativas.

Queluz, Edimburgo, surpresas e sempre o amor, uma mistura incompreensivelmente especial para um dia ainda melhor.

Talvez deixar desejos por pedir resulte em momentos concretizados sem que com eles sequer sonhássemos.
Afinal terá valido o sacrifício das passas, ou talvez não.
Assim como assim vou reeducar o palato para a próxima degustação e nunca mais depositar no dia um a esperança de uma vida nova quando temos em frente aos olhos e numa só imagem a garantia de que o sete poderá ser um incrivelmente melhor ponto de viragem.

Assim:

12 de Janeiro de 2017

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ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! FILIPA & JORGE

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ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! FILIPA & JORGE

ERA UMA VEZ UMA HISTÓRIA! FILIPA & JORGE

 

Lugares.
Um mundo de lugares inacreditáveis pelo mundo, alguns secretos, inacessíveis, outros caídos no esquecimento, mas todos eles a implorar por uma boa história.

Os lugares importam.
Eles são o palco e o cenário de todas as histórias, proporcionam-nos aventura e descoberta, ou apenas recato e inspiração.

Esta sessão tão especial, com uma história tão bonita, pedia um lugar à altura.
Uma vista sem igual. A melhor de Lisboa, dizem, a alcançar o rio até perder de vista.
O risco de andar sobre escombros e ruínas, num lugar cheio de promessas de visitas largados ao vento, cheio de momentos guardados apenas nas memórias de outros tempos. Hoje só isto: ruínas, esquecimento.

Assim contámos o primeiro de todos os capítulos desta história a dois, a antever o dia do casamento que superou as expectativas e muito antes de conhecermos o fruto que só uma história cheia de amor e cumplicidade poderia dar.

Os cheiros e os ruídos da cidade mal disfarçados a cada disparo, o olhar numa tentativa vã de esquecer o deslumbre da vista lá fora e de se focar no essencial, no que mais importa: eles os dois!

Corremos riscos, por gosto, por paixão e sempre sem cansar para que momentos como estes fiquem para sempre, perdurem para lá do esquecimento e fazendo lembrar que há lugares esquecidos, à espera de novas histórias, basta querermos!

E é tão bom recordar!